terça-feira, 17 de maio de 2011

ídolo

    Cuidado ao ler porque eu também xingo!
    Não; eu não contarei pra vocês que estou praticamente em êxtase por causa da vinda do grupo System Of A Down ao Brasil. Mais precisamente, ao Rio de Janeiro, para o megaevento Rock in Rio 2011. E já garanti meu precioso ingresso para o dia da vinda deles!

    Bem, o título não faz referência ao quarteto armeno-americano, como pode ter indicado a introdução desta postagem. Me pus a escrever isto hoje por conta duma matéria no jornal com uma ANÁLise profunda da "atuação" do RG10 no FLA. Viu como o povo adora uma porra duma sigla? O jogador Ronaldinho Gaúcho "virou" RG10, mas também já li matérias com a sigla R10. Não importa. Meu questionamento é a carência de ídolos (seres completamente normais) sofrida pelas pessoas. Quem me conhece sabe que não torço pra nenhum time de futebol além do Brasil. Se não torço, óbvio, não acompanho nada do assunto. Mas as manchetes sobre o tema pipocam com uma importância insalubre. Ora, o pouco que sei sobre o futebol no "RG10" sempre me foi suficiente pra inferir que a vinda dele para o Flamengo seria desperdício: de comemorações, de grana (que poderia ser investida em outros setores do clube rubro-negro) etc.

    Chega a ser engraçado o alarde que fazem: Ronaldinho "Fenômeno", Adriano "Imperador", Luiz Fabiano "Fabuloso", para citar outros exemplos. Mas não pensem que minha crítica é só ao futebol. Há, também, creio que implícita, e por tabela, a canonização, ou beatificação, que seja, feita pela Igreja Católica a pessoas comuns que contribuíram de alguma forma para o bem da humanidade. RECONHEÇO que muitos deles ajudaram o próximo e tals, mas daí a "santificá-los", faça-me o favor! Dar o "status" de santo a um(a) homem/mulher...

    Bom, talvez minha concepção de santidade pode estar/ser errada. Vai saber...


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1 palpite(s):

L. Icchelus disse...

Realmente você está errado.

O título de 'Santidade' não é algo declarável, nisso eu concordo com você, mas que fique registrado que certos indivíduos giram sua vida em torno desta tendencia. E ainda eu que, católico não sou, acredito na santidade inata, não na adquirida.

Eu sou um santo. Em todas as formas semânticas e religiosas da palavra.